Nada é como se tem escrito, apenas um tanto geometricohipnótico em armaduras ocres de terra e lume. Nada que escalde, nada que queime.

O problema é que o caminho é cada vez mais atalho estreito, cada vez mais ponto. Este é o inferno,  Teimosia em bater com os mindinhos nos vértices. 

Voltei para trás porque era hora de jantar e a mesa ainda não estava posta.

Com mais tempo fuçarei até onde couber.                                                                                                                                                                                               Josef Albers de uma tia minha.


                                                                                







 

  RUIEFFE©



Bem para lá das dunas, dos bichos e cascalho, bem para lá da viagem, estas telhas.  Voltei como uma folha de cedro. Agulha de nada. Sem musgo, rios, sem panteras e malas.
Cheguei em gelo e sem credo, sem fósforo para deus, apagado para mim.
                                                                                                                                                                          Portugal de uma tia minha.

   

       Desenho,
      cortes e cartografias .  C/P 2019


































Oh vida de mentiroso e trapaceiro.  Oh vida de paradoxos alinhados ao jeito do choroso.  Oh campo de palermas e patetas que me ledes.
Oh bancada de desatentos e enganados.
Acordai, mandai foder discursos escritos e palavras pensadas.  Exijam à boca que é dela a solta língua. 
Protesto de uma Tia Minha “


Santa Luzia Art Hotel.  Projecto Noc Noc  - Faixa negra com texto.    
”Valem os pássaros amor.” Poesia visual.  - Guimarães   


Arte Urbana, - Inside the window - 
“Arrepio”  Rua Do Souto.-  Braga.


...dir-te.ei como é  - 
 





















ENTRE O CÉU E OUTRAS LOUCURAS Um Sono Qualquer
resultados de um  projecto que aborda uma relação espaço-sujeito, os diálogos, a distracção e as loucuras.
Fala do acontecimento poético, do tempo e da espera. Fala de um quarto e do corpo ausente.
Rui Effe e o seu pai fizeram a selecção dos materiais que aqui são apresentados. Materiais, imagens e áudios que permitem uma reflexão
sobre o pai em forma de sujeito, do corpo e condição, do seu tempo e espaço.
Neste projecto, Rui Effe sublinha a dor e as gargalhadas, os caminhos e a sequência de reações na apropriação do espaço e ainda outros fenómenos vistos pelo coração.
Lembra-se A. Bessa Luis, “Não vale a pena andar de bloco na mão e lápis afiado se o coração não vê o que lhe pertence em qualquer lugar do mundo” ,
e ... aquele quarto, aquele cinzento espaço foi o único e último lugar do Mundo onde tudo podia acontecer…


“Entre o céu e outras loucuras” Sines. 
“Um sono qualquer “  Tondela









Um voo ainda que em despilotado avião, junto à janela, para te ver pequenino tal como és. Aí em baixo, nesse mínimo que sejas,
                                                                                                                                                                                                                                                    “Avião de uma tia minha.”

“PALAVRAS SOLTAS QUE ME DIZES JUNTASs” Coordenação e projecto curatorial  2º Ciclo expositivo com Marco Moreira, Carlos Mensil, Isaque Pinhero e Fernando Pinto Coelho. Braga

   BALDIO // 16 . Sputnik the window Porto



In Áudio
JARDINS EFÉMEROS .Viseu. Carmo





" O cansaço do tempo "
In Áudio
BOCAGE TABLE
B-Concept - Braga
CARTOGRAFIA DE UM ESPIÃO
Livraria Maby - BrG

In Áudio